quinta-feira, 6 de agosto de 2009

FLORBELA ESPANCA




FLOBELA ESPANCA

         UMA " FLOR BELA" ALENTEJANA     



Nasceu no Alentejo em VilaViçosa a 8/12/1894.

Filha ilegítima de uma " criada de servir",falecida muito nova, foi registada como filha de pai incógnito, apesar de ter sido educada pelo pai e pela madrasta. O pai embora a tenha acompanhado sempre, só 19 anos após a sua morte a perfilhou, por altura da inauguração do seu busto em Évora.

Estudou em Évora onde concluiu o curso dos liceus em 1917.Mais tarde frequentou a faculdade de direito de Lisboa.
Juntamente com Irene Lisboa foi a precursora o movimento de emancipação da mulher.
Os seus 3 casamentos falhados, e a morte de seu irmão marcaram profundamente a sua vida e a sua obra.



Em Dezembro de 1930 morre em Matosinhos, com problemas sobretudo de ordem psicológica. O seu suicídio foi socialmente manipulado e, oficialmente,apresentada como causa da morte um «edema pulmonar».
A sua poesia é de uma intensidade lírica e profundo erotismo.
Escreveu os seus versos com uma perturbação ardente,revelando um erotismo feminino transcendido, pondo a nu a intimidade da mulher.
A paisagem da charneca alentejana está patente em muitas das suas imagens e poemas.
Só depois da sua morte é que a poeta viria a ser conhecida do grande público.

Eu quero amar,
amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui....além...
Mais Este Aquele,
o Outro e toda a gente....
Amar ! Amar !
E nã
o amar ninguém


                        







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