segunda-feira, 29 de junho de 2020

ALENTEJO

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                                                    ALENTEJO



Todos os dias se pode experimentar uma nova praia no Alentejo. No litoral, de Troia à Zambujeira do Mar não faltam extensos areais e enseadas recortadas  pelas falésias, mas basta seguir um pouco para o interior para o interior para descobrir lugares mágicos de água doce, cheios de de surpresas, como as que são promovidas pelo projecto Azenhas de Seda (Tel: 266448036). Entre Mora e Pavia, sugerem-se actividades como o soft-canyoning (desde 28), que convida os participantes a descobrir ribeiras, ultrapassar obstáculos naturais, com a ajuda de cordas fixas(corrimões) e descer rápidos e cascatas. Os mais pequenos podem aventurar-se no River Safari.  No final,  há uma praia fluvial para relaxar e tendas de glamping (a partir de 80  euros) para descansar. As crianças podem dormir em tenda individual. A pouca distância localiza-se o Fluviário de Mora, casa de divertidas lontras, e o passadiço do Parque Ecológico do Gameiro.
(artigo do  Jornal Expresso .GUIA  VIVER Portugal-27-6-2020)
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AS ESTRELAS DO GRANDE LAGO

Na albufeira do Alqueva há uma nova palavra mágica: "aquaturismo", sinónimo de diversão garantida.
A viagem pode começar com o embarque no Veleiro Sem Fim(telf:- 962653711) construído em 1913 e utilizado nos canais holandeses, antes de ancorar nas águas calmas do Grande Lago.
O Alqueva tem 426 ilhas, onde se ,destaca a Ilha Dourada  com vista para os castelos de Monsaraz e de Mourão.
Um dia na praia fluvial de Monsaraz, que ostenta Bandeira Azul é uma opção com diversão garantida para toda a familia. O centro Náutico de Monsaraz que serve de praia, tem bar e restaurante.
Outra praia fluvial do Alqueva, também detentora de Bandeira Azul e que oferece um areal de 320 metros e parque de merendas, é a de Mourão.
Inaugurada em 2019 a praia fluvial da Amieira, no concelho de Portel é outro local incontornável. A cerca de 1 Km encontra a Amieira Marina, ponto de partida para passeios organizados no Grande Lago

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O ALQUEVA é o maior lago artificial da Europa, com uma albufeira de 250 Km2 que abrange 5 concelhos: Portel, Moura, Reguengos de Monsaraz, Mourão e Alandroal. Este ano existem 3 praias com Bandeira Azul.

Uma das formas mais abrangentes de conhecer as margens do Grande Lago é percorrer as 16 aldeias ribeirinhas :-Aldeia da Luz, Alqueva, Amieira , Campinho,  Capelins, Estrela, Granja, Juromenha , Marmelar, Mina da Orada,Monsaraz, Monte do Trigo, Pedrógão, Póvoa de S.Miguel, São Marcos do Campo  e Telheiro
(de : GUIA VIVER PORTUGAL-do Jornal Expresso de 27/6/2020
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MOMENTOS MÁGICOS NO ALQUEVA

PASSEIO DE BALÃO
A emoção de fazer um passeio de balão ao nascer do sol é algo que nos acompanha para sempre,especialmente quando a nossa experiência conta com o profissionalismo e simpatia da equipa da Baloníssimo Telf:-935646124.
Observar o lago Alqueva a partir dos céus e em toda a plenitude, com as lindissimas aldeias, vilas e paisagens, é de tirar o fôlego.
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IOGA AO PÔR DO SOL
A meio da tarde gosto de fazer um passeio pedestre. Os mais fascinantes terminam em lugares mágicos, como o Endovélico, no Alandroal, ou no Cromeleque dos Almendres, adequado para uma sessão de ioga ao pôr do sol.(266702396. Outra opção para o final do dia é o miradouro de Juromenha.
(Artigo da autoria de Apolónia Rodrigues -no GUIA VIVER PORTUGAL- do Jornal Expresso de 27/6/2020) .
Apolónia Rodrigues  natural de Aveiro, desde 1998 que faz do Alentejo a casa e  a paixão.
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SEGUIR OS RECORTES DAS MARGENS DA ALBUFEIRA
Uma das formas mais abrangentes de conhecer as margens do Grande Lago é percorrer as 16 aldeias
ribeirinhas(Aldeia da Luz, Amieira, Campinho, Capelins, Estrela,Granja, Juromenha, Marmelar,  Mina da Orada,  Monsaraz, Monte de Trigo, Pedrógão,  Póvoa de S.Miguel,  São Marcos do Campo e Telheirto), que fazem parte da região também designada por Terras do Grande Lago e que inclui ainda localidades espanholas..Por aqui vai encontrar diversos caminhos e circuitos que convidam a passeios pedestres e de bicicleta.
(GUIA VIVER PORTUGAL-do Jornal Expresso de 27/6/2020
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A partir de Grândola, município onde Comporta,Carvalhal,Aberta Nova e Melides são areais obrigatórios, o desafio é ir em direcção ao Outeiro dos Píncaros, um dos pontos mais altos da região, através do percurso pedestre da Rota da Serra.
O contacto com uma natureza em estado puro está garantido e pode sempre refrescar-se com um mergulho.

DE SINES A MILFONTES
A partir de Sines, com a bonita zona marginal e praia urbana, a costa ganha novos contornos e muitos recantos, com pequenos areais quase secretos, que se estendem até à união do Alentejo com o Algarve em Odeceixe.
Porto Covo, com a ilha do Pessegueiro à vista, Vila Nova de Milfontes e a Zambujeira do Mar são os principais destinos da família.

BARRAGEM DE SANTA CLARA
De regresso ao interior, o espelho de água da barragem de Santa Clara  é cada vez mais procurado por quem deseja um contacto mais próximo e, ao mesmo tempo, diversão refrescante. É uma das maiores albufeiras da Europa e oferece zona balnear, com plataforma flutuante
(Artigos do Guia Viver Portugal- do Jornal Expresso de 27/6/2020
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                                       NOTA
O Alentejo está dividido em 4 regiões:

ALTO ALENTEJO
Corresponde quase por completo ao Distrito de Portalegre, embora integre um município do distrito de Évora. É limitado a Norte pelo Pinhal Interior Sul e pela Beira Inferior Sul, a leste pela Espanha, a Sul pelo Alentejo Central e e a oeste pela Leziria do Tejo e pelo Médio Tejo. Tem uma área de 6230 Km2. uma população aproximada de 130 000 e compreende 15 concelhos:
Alter do Chão - Arronches - Avis - Campo Maior - Castelo de Vide - Crato - Elvas - Fronteira - Gavião- Marvão - Monforte - Mora -  Nisa - Ponte de Sôr - Portalegre.

RECEITAS TRADICIONAIS
Sopas de Cacão-Sopa de feijão com couve - sarrabulho - migas de batata-  várias receitas de caça - cachola - sarapatel - migas de pão com entrecosto-açorda de alho - ensopado de borrego - lombo de porco assado
Doces:
Bolo de folha - pão de ló- costas - arroz doce com ovos - queijinhos de batata e amêndoa

ALENTEJO CENTRAL
Faz parte da Região Alentejo e corresponde quase por completo ao Distrito de Évora,embora integre um município do Distrito de Portalegre. Limita a norte com a Lezíria do Tejo e com o Alto Alentejo, a leste com a Espanha, a sul com o Baixo Alentejo e com o Alentejo Litoral e a Oeste com a Península de Setúbal . Tem uma área de 7227 Km2 e uma população de 180 .000 Compreende 14 Concelhos;
Alandroal - Arraiolos - Borba - Estremoz - Évora - Montemor o Novo - Mourão - Portel - Redondo - Reguengos de Monsaraz - Sousel - Vendas Novas - Viana do Alentejo -Vila Viçosa

RECEITAS TRADICIONAIS
Açorda - ensopado de borrego - gaspacho - migas - cozido à alentejana - pezinhos de coentrada -  sopa da panela -  sopa de tomate - sopa de batata - sopa de cachola - sopa de beldroegas  -sopa de cebola - enchidos- queijos
DOCES
Azevias - Bolo finto - filhó - nógado -queijadas - toucinho do céu - sericaia -.tibornas

 
BAIXO ALENTEJO
Faz parte da Região Alentejo e do Distrito de Beja. Limita a Norte com o Alentejo Central, a leste com a Espanha, a Sul com o Algarve e a oeste com mo Alentejo Litoral. Tem uma área de 8505 Km2 e uma população de 140.000.Compreende 13 concelhos.
Aljustrel - Almodôvar - Alvito - Barrancos - Beja - Castro Verde - Cuba - Ferreira do Alentejo - Mértola - Moura - Ourique - Serpa - Serpa - Vidigueira

RECEITAS TRADICIONAIS
Sopa de feijão com poejos e bacalhau - sopa de tomate - açorda de alho - gaspacho - sopa de beldroegas- sopa da panela - sopa de cação - pés de porco de coentrada - carne porco à alentejana - ensopado de borrego - borrego assado
DOCES
Bolo de amendoa - escarapiada - azevias - bêbados-  sericaia - encharcada.

ALENTEJO LITORAL
Faz parte da Região  Alentejo, dividida entre o Distrito de Setúbal e o Distrito de Beja. Limita a Norte com a Península de Setúbal e o Alentejo Central, a leste com o Baixo Alentejo, a Sul com o Algarve e a oeste com o Oceano Atlântico.Tem uma área de 5262 Km 2 e uma população de 99 700. Compreende 5 Concelhos:
Alcácer do Sal - Grândola - Odemira - Santiago do Cacém -
 Sines.

RECEITAS TRADICIONAIS
Sopa de peixe - migas com peixe frito -arroz de caramujos - arroz de lapas - arroz de mexilhão - arroz de marisco - açorda de lapas - feijão de buzios - feijão com marisco - salada de choco - salada de buzios- ovos de pescada em salada.
DOCES
Vasquinhos(bolos com base de amendoa)

do:- Livro - Guia do Alentejo- Alfredo Saramago
 
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sexta-feira, 27 de março de 2020

TESTEMUNHOS DA HISTÓRIA

                                 Testemunhos da História
Dos tempos distantes do Neolítico até ao período islâmico, assinalam-se vestígios espalhados por todo o território. Percorre-se esta História pelo Alentejo, com forte presença do megalitismo, como Reguengos de Monsaraz, ou Castro Cola,em Ourique, do período Neolítico e chega-se à presença da civilização romana. Aqui destacam-se Miróbriga , em Santiago do Cacém, Ammaia, em Marvão. ou villae como a Torre de Palma,no concelho de Monforte e as de S.Cucufate ou Pisões que abasteceram a importante Pax Julia (Beja) e o ainda bem conservado Templo Romano de Évora, ex libris do seu antigo centro. No período islâmico, pare em Mértola, a vila mais árabe de Portugal e aprecie a sua singular Mesquita.
Entre santuários, pontes, estradas, museus monográficos e centros de interpretação, há todo um capítulo que nos fala desta ocupação.
Obrigatório conhecer.
Testemunhos da história e da vida no Alentejo,são também os diferentes MUSEUS abertos aos visitantes. As importantes colecções de pintura, escultura e artes decorativas de Frei Manuel do Cenáculo reunidas no Museu de Évora, o espólio de azulejaria, arte sacra e pintura do Museu Regional Rainha D.Leonor de Beja, o Museu de arte sacra da Sé de Évora, que possui uma das melhores colecções do género do País, o Museu da Tapeçaria de Portalegre, dedicado às famosas tapeçarias que reproduzem obras de grandes artistas como le Corbusier ou Vieira da Silva, e o Museu de Arte Contemporânea de Elvas, com trabalhos de artistas nacionais dos anos 80 até à  actualidade, são alguns dos Museus absolutamente imperdíveis no Alentejo.
(de:Alentejo Tempo para ser feliz (Turismo do Alentejo-ERT)



sábado, 18 de janeiro de 2020

PULO DO LOBO - 18/01/2020

                                 PULO DO LOBO      18/01/2020
É a maior queda de água do sul de Portugal, situando-se a sul de Serpa. O nome vem da estreiteza do ponto mais alto da catarata, que um animal selvagem em fuga ou um homem decidido conseguiria transpor. Mas, no seu conjunto, o vale abre-se  por mais de  100 metros de largura, sendo menos acidentado do lado de leste. Milhares de anos de erosão e os efeitos das glaciações permitem reconhecer dois leitos sobrepostos para jusante da queda.
É uma das visões mais inesperadas deste Alentejo cheio de contrastes.









De:-Alentejo com Alqueva e Litoral Alentejano










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CASCATA DO PULO DO LOBO
A beleza agreste da cascata,com 16 metros de altura,merece uma visita complementada com um percurso de 5,5 pelo Guadiana selvagem

GUIA VIVER PORTUGAL-Jornal Expresso

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Entre o Açude de Pedrogão e o Pulo do Lobo
O troço do Guadiana que correr entre o Açude de Pedrógão e a zona a montante do Pulo do Lobo é a mais expressiva memória viva do velho rio. Além da beleza da paisagem, da avifauna e do bucolismo dos moinhoa de água,desactivados há dezenas de anos, tem quedas  nas aberturas dos açudes e divertidos pequenos rápidos que animam as actividades de canoagem organizadas pelas empresas da região. O local mais acessível para o observar é a ponte de Serpa. Quem quiser passear por conta própria, a pé, em btt ou de jipe, chegando à povoação de Quintos encontra facilmente o caminho de terra, bem trilhado, que conduz ao rio. Uma vez aí, são vários os quilómetros que podem fazer-se ao longo das margens, para  montante e para jusante.
Estando nesta zona, não deixe de visitar o Centro Histórico de Serpa e de provar os reputados queijos de ovelha da região.( O Alentejo é Património, o Alentejo é Ruralidade, o Alentejo é Gastronomia e Vinhoa)
(O melhor do Alentejo- Turismo de Portugal-Alentejo)
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

DA HISTÓRIA DO ALENTEJO ...........15/01/2020

                                DA HISTORIA DO ALENTEJO    15/01/2020

Podemos perguntar: quando começa o conhecimento do território que hoje é Alentejo ? Possivelmente com os primeiros homens e as primeiras ocupações. Deixando os tempos da aurora do homem em relação aos quais nada é possível dizer, podemos situar o inicio da "história" do Alentejo no  período Paleolítico. Em todo o Alentejo encontraram-se, e continuam a ser encontrados, vestígios desta época: estações líticas nas margens de muitos rios, pedras lascadas, concheiros e vários utensílios que atestam a presença das primeiras ocupações.
Em quase todas as aldeias, vilas e cidades, existem memórias do Paleolítico na forma de habitats, pinturas rupestres, acampamentos, manchas de ocupação, estações ao ar livre, etc..
No Alto Alentejo lembramos Arronches com as estações líticas da Ribeira do Caia, as pinturas rupestres de Vale de Junco ou a estação paleolítica do rio Caia, a mais ao sul do território, descoberta por Abée Breuil em 1917. Campo Maior com a arte rupestre na Enxara, Castelo de Vide, Fronteira e Gavião com manchas de ocupação, Monforte com arte rupestre, Nisa e Portalegre, com estações ao ar livre no Porto da Bouga.
Mais a sul, no Alentejo do Centro, ocupação paleolítica em Juromenha, Mora com arte rupestre em Brotas, Portel com estação ao ar livre, Reguengos tem habitats, manchas de ocupação e estações ao ar livre. Vendas Novas tem a estação Paleolítica da Bica Fria.
No Baixo Alentejo existem importantes manchas de ocupação nos concelhos de Aljustrel, Beja Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Ourique e Moura, com a mancha de ocupação de Entre Águas. Serpa tem 3 estações ao ar livre conhecidas, uma delas a do Monte do Bugalho, assim como um habitat nos Machados.
No litoral Alentejano existem estações ao ar livre em Alcácer do Sal, Santiago do Cacém e Sines, no lugar de Porto Covo e na foz da ribeira de Morgavel.
Esta rápida e sintética viagem torna evidente que a antiguidade de fixação de populações no Alentejo é um facto e terá sido uma fixação generalizada por todo o território ao sul do Tejo...............

(parte de um Texto do Livro-Guia do Alentejo- de Alfredo Saramago)     

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ACTIVIDADES RADICAIS PARA OS AUDAZES.....15/01/2020

                        

                         PARAPENTE /ASA DELTA.....15/01/2020
Aos corajosos do voo livre, o Alentejo oferece poderosas descolagens. A Serra de Alcaria Ruiva, em Mértola é um dos melhores locais para praticar parapente. Para os adeptos do paramotor, há extensas planícies que se transformam nas melhores pistas.  A primeira competição por céus Alentejanos foi em Castelo de Vide, em 1991, o a tual palco de um Open Internacional que conquista nacionais e estrangeiros.
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                           PÁRA-QUEDISMO
Muita adrenalina é o que pode esperar no Aeródromo de Évora todos os fins de semana e feriados. Para saltar de 3000 pés de altitude sobre a cidade é preciso coragem, mas é uma experiencia única que vai recordar para sempre. Para os adeptos das pranchas, o skysurf também tem lugar aqui e, para os mais inexperientes, está disponível a variante  "tandem", um salto amarrado ao instrutor que controla a abertura do para-quedas.

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                                          ORIENTAÇÃO
 A diversidade Alentejana é um terreno fértil para a prática da Orientação, seja pedestre, em BTT ou em corridas de aventura, mas também a cavalo, em canoa, ou nas tão concorridas provas noturnas.
Entre rios , colinas, vales, serras e planícies, os percursos são infindáveis e as provas e competições, que passam por diversos concelhos, proporcionam um contacto permanente com a natureza.
(de: Alentejo-Tempo Para Ser Feliz- Turismo do Alentejo-ERT)

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

UM LUGAR ONDE É PRECISO FICAR........14/01/2020






UM  LUGAR ONDE É PRECISO FICAR E DEIXAR-SE ENVOLVER
POR SÉCULOS DE HISTÓRIA E TER TEMPO PARA SER FELIZ...............

Aventure-se pelo percurso ribeirinho do Tejo, a pé pelo passadiço de madeira junto ao rio, entre a praia fluvial do Alamal e a ponte de Belver, com o Castelo como pano de fundo.
Aproveite a gastronomia de Portalegre, especialmente os seus enchidos. E se for adepto da  pesca, dê um pulo a Ponte de Sor, à albufeira do Maranhão ou a Montargil. Se prefere a caça não deixe de passar em Sousel.
Desça e pare em Elvas para comer uma sericaia. Ali ao lado, em Extremoz, cidade de vestígios barrocos, começa a Rota do Mármore . A partir daqui, palácios e igrejas, solares e casas modestas e até tabernas e calçadas se revestem de mármore.
Continue depois por Borba, também ela na Rota do mármore, e não se esqueça que esta é também terra do bom vinho, local de passagem obrigatória na Rota dos vinhos do Alentejo.
Em vila Viçosa, repare nos trabalhos de mármore nas fachadas das igrejas e, claro, no sumptuoso Paço Ducal, no Convento dos Agostinhos e no Convento das Chagas.
Não muito longe, os tapetes de Arraiolos para os amantes  do artesanato ou o percurso Ambiental de Cabrela e Monfurado, em Montemor o Novo para os amantes da natureza, são boas sugestões.
Inevital parar em ÉVORA.
(Alentejo-Tempo para ser feliz.)

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

UM GUIA DE FARCA E GARFO PELO ALENTEJO....10/08/2018


   UM GUIA DE FACA E GARFO PELO ALENTEJO........10/08/2018



     O banquete começa na antiga escola primária de Cachopos, entre Alcácer do Sal e a Comporta. Deixou de ser escola em 1982. Em 1996  com o nome de A ESCOLA deu inicio à restauração.
À medida que nos afastamos da Costa Alentejana em direcção ao interior "O Alentejo é um mundo que ganha sentido renovado."

O NORTE
Artigo de Tiago Pais extraído  da revista SABADO de 24 Abril a 2 de Maio 2018


  A COSTA  DE ALCÁCER a São TEOTÓNIO


As receitas a começar nas  empadas de caça, passando pelo ensopado de cabrito, a acorda de coelho e a acabar em criações mais obscuras do receituário local, como o feijão adubado ou as batatas de rebolão.

Ainda antes de chegarmos à Comporta, valerá a pena fazer um desvio em direcção aos cais palafítico da Carrasqueira,  não para ir tirar a habitual fotografia ao pôr do sol, mas para comer e comer  bem no RETIRO DO PESCADOR . Arroz de marisco, de peixe, massadas, ensopados e caldeiradas.
Já na Comporta há uma cozinha que merece ser descoberta e apreciada para lá do barulho das luzes. É a que se pratica n`A CAVALARIÇA. Na carta, desde o dia da inauguração, constam uma batatas fritas à Heston Blumenthal(tecnica de tres confecções), finalizadas com toucinho e pimenta.Uma delícia.
Não menos delicioso é o choco frito de coentrada que se encontra n`O GERVÁSIO, alcunha da Casa Messejana dos Brejos da Carregueira, uns quilómetros a sul.
Sigamos em direcção a Melides com um prato em mente:pato assado no forno. O TIA ROSA,restaurante-salão de beira de estrada(EN261) tem fma na matéria.Servem-no com laranja e arros de miudos, em dose generosa.É chegar  pedir. Mas a fama nãom é tudo.Fontes bem informadas garantem que o melhor prato da região grasna noutro restaurante, dois quilómetros a sul, em Caveira. Só o nome impõe respeito: A CAVERNA DO TIGRE. Os Tigres também exploram o bar da vizinha praia da Alberta Nova. Problema:para provar esse famoso preto é necessário encomendá-lo com pelos menos um dia de antecedência. Sem  encomenda o passante fica sugeito à oferta diária.
De Melides  à Lagoa de Santo André a viagem é curta.Mas a especialidade local é bem distinta:enguias. No CHEZ DANIEL servem-se fritas, grelhadas, ensopadas ou caldeirada.A Barraca do Daniel passou a ser CHEZ DANIEL graças às crónicas de uma jornalista.Além das enguias há peixe fresco,carne biológica e porco preto.
Próxima paraem:Sines.
CAIS DA ESTAÇÃO-ocupa um antigo armazem da estação ferroviária de Sines.Para auma viagen em primeira classe, há um prato que se impõe  provar: choco frito com arroz de lingueirão.
Saindo da Zona Ibdustrial de Sines en Direcção a Porto Covo, via praia de São Torpes, atravessa-se uma das mais bonitas marginais do País. No final dos anos 80 abriu o ARTE E SAL  embora os bifes de lombo com diferentes molhos continuarem a ser "à maneira", o foco é o peixe fresco, que vem de fornecedores privilegiados.O Carlos Barros conhece muito bem os melhores pescadores das redondezas.Pode servi-lo grelhado- e nesse caso com direito a ser despinhado na mesa -ou em pratos de tacho.Para sobremesa há gelados feitos no restaurante de cogumelos ou tomate e requeijão.
Se o estomago pedir aconchego em Porto Covo, há duas opções bastante recomendáveis:- ZÉ INÁCIO e TASCA DO XICO. Já se o destino for uma das praias vizinhas, as bolas de berlim da padaria da aldeia(Raul e Marta) são excelente companhia.
Voltemos à estrada.
Em Vila Nova de Milfontes a TASCA DO CELSO é uma referencia na região. A cozinha é regional, com muitos petiscos pensados para partilhar e combinar coma grande paixão  pelo vinho.
De Milfontes  até à fronteira com o Algarve na Ribeira de Seixe, há 3 nomes dignos de referência:
O JOSUÉ- na Longueira,SACAS e A BARCA TRANQUITANAS, ambas no Porto das Barcas da Azambujeira do Mar. A receita não varia muito nos três. As ementas focam-se sobretudo em peixe e marisco de frescura garantida.Os sargos são quase sempre opção segura ao longo da Costa Alentejana.
O mítico A AZENHA DO MAR junto ao porto piscatáorio homónimo, no extremo sudoeste da região é a última paragem deste roteiro. O restaurante continua a carburar como poucos neste país. O arroz de marisco,de lingueirão ou de tamboril têm fama justificada.Para viajantes solitários há 2 opções:-o peixe, que aqui também é fresco e bem tratado- provam-no os  linguadinhos fritos com açorda ou a reconfortante feijoada de choco. Tanto a refeição como este texto não podem acabar sem  referência á melosa baba de camelo da casa
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O INTERIOR
DE CASTRO VERDE A MONTEMOR O NOVO

Por exemplo, seria improvável encontrar no litoral da região uma taberna como  o JOÃO DAS CABEÇAS, clássico de Castro Verde, que deve o nome a uma mítica especialidade:cabeças de borrego previamente serradas a meio e assadas em forno de lenha.

A uma dezena de quilómetros a norte, em ENTRADAS,   A CAVALARIÇA Longe do mar, perto do coração. E do estomago, graças à reprodução fiel de clássicos do receituário Alentejano:cozido de grão, ensopado de borrego, a sopa de cação, os habituais cortes de porco preto e pratos de caça, na devida época.

Fazer um desvio para Mértola era desejável mas impossível em tempo útil, por isso  a ideia é continuar a subir ate à capital dè distrito,BEJA.  O VOVÓ JOAQUINA que começou por ser o restaurante de Jorge Benvinda da banda Virgem Suta e que há cerca de  ano e meio o espaço foi comprado por um médico holandês que vivem em Beja desde 2003 e  cuja intenção foi desenvolver um projecto de gastronomia alentejana, porque gosta muito da comida desta região. O chefe brasileiro Dantas tem andado a estudar a fundo a cozinha local,sobretudo as ervas aromáticas.
Para exemplificar apresenta um prato que,refere, até terá nascido no Algarve-a carne de porco à alentejana.
À saída de Beja, desviamos a este em direcção à fronteira. Antes de chegar a Serpa ,terra do queijo Dop e do MOLHÓ BICO- uma antiga adega transformada  em restaurante, onde não faltam as migas com carne de porco preto frita, os ensopados ou as sobremesas regionais. Uns quarteirões abaixo damos de cara com a célebre CERVEJARIA  LEBRINHA, onde se gabam de servir una cerveja inortal a acompanhar petiscos ou pratos regionais.
Irresistível é , também, a paisagem à chegada a Mourão, graças aos enormes lagos criados pelo Alqueva
A ADEGA VELHA-antiga taberna e deposito de carvão é um clássico incontornável do Alentejo, onde as filas para provar os ex-libris da casa -sopa de cação, da panela e do cozido de grão- são uma constante.
Em Reguengos de Monsaraz, a menos de meia hora, fica o quartel-general de um dos maiores produtores de vinhos nacionais, a HERDADE DO ESPORÃO.A vertente de enoturismo da Herdade foi foi alvo de melhorias e novidades pelo que vale a pena a visita. Para almoçar pode ficar no restaurante local.
Caso opte por comer fora da herdade, este é o nome a fixar: MONTE DA AÇORDA. Fica na aldeia de Campinho, a um quarto de hora de Reguengos. Apesar da designação não é a açorda que atrai a maioria dos clientes. São as sopas. A sopa de cação dizem que é a melhor do Alentejo. E o frango assado, já medisseram que é o melhor da Europa.
Évora- Se há coisa que não falta em Évora são restaurantes dignos de constar num guia.
Uma das mais recentes sensações da cidade, é o ORIGENS, que tem transportado alguns elementos da cozinha alentejana para pratos com identidade própria e apresentação cuidada. É o caso dos à brás de farinheira ou de espargos,que substituem, aqui,os tipicos ovos mexidos da região.Ou da sopa de tomate, que é fria, com laivos de gaspacho.
Mais conhecido será por ventura o LUAR DE JANEIRO, graças aos cozinhados da Dona 
Olivia.Na cozinha não é fácil resistir às entradas, previamente colocadas sobre a mesa., especialmente o coelho à São Cristóvão. Nos pratos principais brilham,entre outros, sas migas com carne de alguidar e o ensopado de borrego.
Em boa verdade será possível encher o resto da peça com restaurantes eborenses: da TABERNA TIPICA QUARTA FEIRA do mítico José Dias-e aquele cachaço de porco preto que se derrete na boca- ao DEGUSTAR do chefe Antonio Nobre, sem nunca esquecer o BOTEQUIM DA MOURARIA.
O destino final é Montemor-o-Novo onde brilha a estrela Michelim do restaurante L`AND do hotel L`And Vineyards.
Referência final a outros dois espaços interessantes: PÁTIO DOS PETISCOS com uma vasta lista de petiscos e boas opções e A RIBEIRA destaca-se tanto pelos pratos tipicos a preços generosos, bem como pela emente diáriamente anunciada em forma de cantoria rap gastronómico pelo carismático proprietário,Carlos Carriço.

DE MORA A PORTALEGRE

O périplo começa em Mora, 40 quilómetros a norte de Montemor o Novo, onde é tão famoso o fluviário local, como o restaurante O AFONSO-da perdiz  às migas de espargos bravos, do cabrito à Morense ao arroz de pombo.
Muita boa cozinha é também a da TASCA MONTINHO, em Alcorrego, perto de Avis. Maria José tem mão certeira em tudo quanto é classico alentejano.
E é de mão certeira em mão certeira que nos deparamos com as de Natasha, a moldava responsável por um fenómeno chamado O EMIGRANTE Natasha foi tão boa aluna da comida alentejana que há 6 anos decidiu abrir o restaurante, em Évora Monte, A sua sopa de cação é das melhores que se podem provar na região.
O CHANA em Serra d`ossa, cujo anfitrião Bernardino, conhecido por recitar a ementa às mesas.Na cozinha já se prepara a mítica sopa de tomate, que aqui inclui entrecosto,carne frita,chouriço,farinheira e um pedaço de lombo de bacalhau,alem do pão e ovo. Não há adjectivos que lhe façam justiça.
Em Estremoz na MERCEARIA GADANHA onde a jornalista brasileira faz cozinha refinada com elementos tradicionais-os croquetes de borrego e o mil folhas de bacalhau são dois pratos obrigatórios.
Nos arredores de Borba, em Alcaraviça, dois templos do coelho no barro, especialidade local,O ESPALHA BRASAS e a TASCA DOS COELHOS.
Em Vila Fernando, é obrigatório a belissima TABERNA DO ADRO, tipica casa alentejana por dentro e por fora , onde é especialidade a galinha tostada.
Nos arredores de Elvas- em São Vicente o POMPILIO-onde o bacalhau dourado, uma especialidade de Elvas,ovos revoltos com espargos selvagens, arroz de lebre ou um pudim de requeijão, são os pontos altos do Pompilio.
Subimos até Monforte onde ,depois de uma bifana e dois dedos de conversa com José Bexiga, o propietário da afamada CASA DAS BIFANAS local, temos encontro marcado com Filipe Ramalho, chefe do BASIL II, o restaurante do hotel vínico Torre de Palma. Muitos vêm aqui e depois vão ao seu restaurante TINTOS E PETISCOS em Vaiamonte.
Antes de chegar a Portalegre, passagem pela aldeia vizinha da URRA para cumprimentar Alvaro Feio, que dá o nome e a cara pel`O ALVARO - a grande especialidade é o lacão-pernil assado no forno.Importantissimo marcar mesa, porque os lugares não abudam.
Na capital de distrito, há um filho da terra que ha muito tem vindo a marcar a diferença: José Julio Vintem( que também é responsável pela cozinha do Hotel São Lourenço do Barrocal, perto de Reguengos de Monsaraz. O seu Tomba Lobos que em década e meia passou por várias localidades.É possível provar a sua cozinha numa taberna contemporânea e descomprometida na BOCA DO LOBO.A carta de petiscos une simplicidade  e sabor, das perninhas à barriga de porco frita.
No conterrâneo SOLAR DO FORCADO a estrela é outra: o touro bravo,comprado em Espanha,onde,segundo o proprietário Luis Morato, não sofre o stress do matadouro é deois usado na cozinha em diversos contestos
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