domingo, 19 de março de 2017

ÉVORA PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE-19/03/2017

 ÉVORA PATRIMONIO DA HUMANIDADE .......19/03/17 



Évora é uma referencia incontornável para quem vem ao Alentejo motivado pelo tema do Património . Classificada pela Unesco Património da Humanidade, ocupa um justo lugar de relevo em qualquer itinerário de Turismo Cultural.


O seu património arquitetónico e artístico é tão omnipresente e impressivo que, por si só, guia os passos de quem gosta de caminhar sem rumo: do romano ao neoclássico, passando pelo gótico e pelas várias expressões do manuelino,



da renascença e do barroco, todas as épocas da história estão documentadas com obras que nos enchem os olhos e a alma. Referindo só o essencial, precisará de algumas horas para 



visitar o Templo Romano, a Catedral de Santa Maria  ,a Igreja de S. Francisco e a Capela dos Ossos, o Palácio D.Manuel, a Ermida de S . Bras ,  o Mirante da Casa Cordovil , aa Janela Manuelina da Casa de Garcia de Resende, o antigo Colégio do Espirito Santo, actual Universidade, a Igreja da Misericórdia , a Praça do Giraldo e o Teatro Garcia de Resende.
Como rapidamente perceberá, Évora não é um museu de peças soltas. O que a torna única é ser um conjunto urbano de excepção , com mil e um detalhes para descobrir, onde se sente o pulsar de uma cidade contemporânea, culturalmente activa, que se integra e se revê, naturalmente, no Património que soube preservar.
No livro Guia Turístico- O Melhor do Alentejo -Turismo Portugal.
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sexta-feira, 17 de março de 2017

BARRAGENS.........17/03/2017

                            BARRAGENS....17/03/2017



AQUPOLIS-PARQUE URBANO RIBEIRINHO

Após a reabilitação das duas margens do Rio Tejo, o resultado foi um amplo espaço de fazer à beira-rio, com espaços verdes e cais de recreio,zonas de relvado, caminho ribeirinho e excelentes condições para a prática de actividades desportivas. Ciclovia, campos de voleibol e futebol de praia, de râguebi, circuito de manutenção com máquinas e parque infantil, são alguns dos equipamentos disponíveis. Pode ainda alugar canoas e kayaks para um passeio no rio. Há chapéus-de-sol e espreguiçadeiras, chuveiros e estação de serviço para autocaravanas. Na margem norte, usufrua dos espaços  de restauração para uma refeição ou um lanche no fim do dia.
( artigo de :www.aquapolis. com. pt)

BACIA HIDROGRAFICA DO RIO TEJO

Barragem do Açafal -2004   Castelo Branco
Barragem da Apartadura -1993  Portalegre
Barragem do Belver-1952   Portalegre
Barragem do Cabril - 1954 Castelo Branco
Barragem da Capinha - 1981   Castelo Branco
Barragem de Corgas - 1991   Castelo Branco
Barragem da Cova do Viriato-  1992 Castelo Branco
Barragem do Covão de Ferro - 1956  Castelo Branco
Barragem do Divor-   ?    -Evora
Barragem do Fratel - 1973  Portalegre

BACIA HIDROGRAFICA DO RIO SADO

Barragem do Rio Roxo - 1967   Beja
Barragem de Rejeitados - 1990-Beja
Barragem de Odivelas - 1972 - Beja
Barragem do Monte da Rocha - 1972   Beja
Barragem do Alvito - 1977   Beja
Barragem das Águas Claras .- 1990   Beja
Barragem de Água Industrial - 1990   Beja

BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TEJO

Barragem de Zambujo- 1994   Portalegre
Barragem de Veiros-20121  Evora
Barragem de Vale de Figueira-1955 - Évora
Barragem Vale das Bicas - 1939  Évora
Barragem da Toulica-1979   Castelo Branco
Barragem da Tabueira - 1976  Évora
Barragem de Povoa - 1928  Portalegre
Barragem de Poio- 1932  Portalegre
Barragem do Pisco - 1968   Castelo Branco
Barragem de Penha Garcia - 1979  Castelo Branco
Barragem do Penedo Redondo -1935  Castelo Branco
Barragem de Montargil - 1958  Portalegre
Barragem dos Minutos - 2003 Évora
Barragem da Meimoa  - 1985  Castelo Branco
Barragem da Marateca - 1991  Castelo Branco
Barragem do Maranhão- 1957  Portalegre
Barragem Marechal Carmona - 1947  Castelo Branco
Barragem do Gameiro - 1960  Évora
Barragem do Furadouro-  1959  Évora
Barragem da Freixeirinha  1995- Évora

BACIA HIDRÒGRAFICA DO RIO GUADIANA

Barragem da Vigia - 1981   Évora
Barragem da Tapada pequena - 1913  Beja
Barragem da Tapada Grande  - 1882  Beja
Barragem do Roucanito - 1975  Évora
Barragem de Pedrógão - 2005   Beja
Barragem de Namorada - 1996  Beja
Barragem do Monte Novo  -1982 Évora
Barragem das Mercês-  ? - Beja
Barragem de Margalha  -?  Beja
Barragem de Lucefécit  - 1982  Évora
Barragem dos Grous  -1965  Beja
Barragem dos Garfanes 1996  Beja
Barragem do Facho I  -1954   Beja
Barragem do Facho  II  1955   Beja
Barragem do Enxoé - 1998  Beja
Barragem  Cerro do Lobo - 1993  Beja
Barragem do Alqueva 2002   Beja
Barragem do Abrilongo 2000  Portalegre

BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MIRA

Barragem de Santa Clara -1968   Beja
Barragem de Corte Brique 1993   Beja

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Fulcrais para o desenvolvimento do regadio e para o abastecimento das povoações, as barragens constituem lugares privilegiados para desfrutar da natureza, para observação da flora e da fauna ou para  a prática de desportos aquáticos.

Com o Alqueva, o Alentejo ganhou o maior lago artificial da Europa, mas muitas outras barragens se impõem como cenários idílicos para umas férias tranquilas.

Pode observar patos selvagens e outras aves aquáticas nas barragens do Caia ou do Roxo ou esquecer o resto do mundo no Maranhão e saborear a sensação de isolamento que os montes circundantes, com pinheiros e eucaliptos, provocam.




Pode banhar-se na praia fluvial de Odivelas ou da Tapada Grande, passear de barco na barragem do Alvito, fazer um piquenique em Pêgo do Altar ou pescar calmamente na extensa albufeira de Santa Clara, cujas margens alternam entre campos de trigo e densos arvoredos. Ou ouvir apenas o chilrear dos pássaros no meio do silêncio da barragem do Vale do Gaio.


Para a canoagem ou na pesca desportiva, as albufeiras alentejanas proporcionam excelentes condições para praticar desportos náuticos. Montargil é óptimo para windsfurf ou ski aquático. Divor, Vigia e Montenovo, na proximidade de Évora. justificam também o tempo que a elas consagrar.


Deixe-se cativar pelo turismo rural e repouse uns dias, apreciando os prazeres da vida simples do campo e contemplando a natureza em todo o seu esplendor nos pequenos paraísos das albufeiras alentejanas.

(de: A rota das Barragens no Alentejo(Odemira)-Guia da Cidade-Região do Alentejo 


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BARRAGEM DO ALQUEVA - 16/01/2020




                                              BARRAGEM DE ALQUEVA 

A Zona agrícola do Alqueva bateu recordes mundiais de produtividade por hectar em 8 categorias de produtos:-milho,beterraba,tomate,azeitona, uva de mesa,bróculos e luzerna.

No caso de alguns destes produtos, na zona agrícola do Alqueva, a produtividade chega a ser 3 vezes superior à média do resto do mundo.
No Alqueva, produz-se uma média de 14 toneladas de milho por hectare contra às 5, 5 toneladas a nivel mundial; no que respeita ao tomate, no Alqueva produz-se 100 toneladas, e no resto do mundo 33,6; quanto às uvas de mesa são 30 toneladas que ficam bem acima da 9,6 toneladas a nível mundial.
Já  existem investimentos na zona, de várias nacionalidades:Marrocos,França, Itália,África do Sul, Escócia e a Espanha, e também em destaque Grã Bretanha e Norte da Europa.
 da Internete em Abril 2018


----------------------------------------------------------------------------     É uma barragem em arco portuguesa, situada no rio Guadiana, no Alentejo interior, perto da aldeia do Alqueva. A construção desta barragem permitiu a criação do maior reservatório artificial de água da Europa Ocidental, também chamado de Grande Lago. Possui uma altura de 96 m acima da fundação e um comprimento de coroamento de 458 m2. Foi construída com o objectivo de regadio para toda a zona do Alentejo e produção de energia eléctrica, para além de outras actividades complementares. Localização: Portel e Moura, Évora e Beja. Foi inaugurada em 2002.




Este imenso plano de água tem uma área de 250 km2, estende-se por mais de 80 kms do curso do antigo rio e os seus mil recortes perfazem 1.160 kms de perímetro.

A Zona agrícola do Alqueva bateu recordes mundiais de produtividade por hectar em 8 categorias de produtos:-milho,beterraba,tomate,azeitona, uva de mesa,bróculos e luzerna.





No caso de alguns destes produtos, na zona agrícola do Alqueva, a produtividade chega a ser 3 vezes superior à média do resto do mundo.
No Alqueva, produz-se uma média de 14 toneladas de milho por hectare contra às 5, 5 toneladas a nivel mundial; no que respeita ao tomate, no Alqueva produz-se 100 toneladas, e no resto do mundo 33,6; quanto às uvas de mesa são 30 toneladas que ficam bem acima da 9,6 toneladas a nível mundial.
Já  existem investimentos na zona, de várias nacionalidades:Marrocos,França, Itália,África do Sul, Escócia e a Espanha, e também em destaque Grã Bretanha e Norte da Europa.
Tirei da Internete em Abril 2018

ALQUEVA:CRONOLOGIA DO GRANDE LAGO
65 anos de um longo caminho até hoje.

Dia 8 de Fevereiro de 2002.As comportas da barragem do Alqueva fecham 1ª vez,simbolizando um momento há muito esperado e projectado, para a região e para o país. Um ato que significou muito além do encerrar das comportas e de um ciclo. Um ato que em muito modificou a paisagem, mas, também, as dinâmicas empresariais e agrícolas de toda a região, encerrando, em si mesmo, muito mais do que o mero encerrar de comportas. Nesta cronologia recorde os principais momentos da história do Grande Lago, que remontam a 1957.

1957-Elaboração do plano de Rega do Alentejo que assume a necessidade de construção da Barragem do Alqueva.

1968- Celebração do convénio entre Portugal e Espanha para regular o uso e o aproveitamento hidráulico dos troços dos rios internacionais comuns e que atribui a Portugal a exploração hidráulica do troço do rio Guadiana entre as confluências com o rio Caia e a riubeira de Cuncos e os correspondentes desníveis dos afluentes.

1975- Conselho de ministros aprova realização do projecto da Barragem do Alqueva.

1976- Criação da Comissão do Alqueva e inicio das obras preliminares

1978- Interrupção das obras

1980- Nova resolução do Conselho de Ministros determina retoma dos trabalhos.

1993-Decisão do Conselho de Ministros de retomar empreendimento. Criação da Comissão Instaladora da Empresa do Alqueva.

1994-Estudo Integrado de Impacto Ambiental.

1995-Criação da Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva(EDIA) e reinício dos trabalhos com a realização das escavações da primeira fase.

1996- O Governo assume "avançar inequivocamente" com o projecto com ou sem financiamento comunitário. Adjudicação da empreitada principal de construção da Barragem do Alqueva.

1997-Integração do Projecto no Quadro Comunitário de Apoio 1994/1999, o que consolida o envolvimento da Comunidade Europeia.

1998- Inicio das betonagens na Barragem do Alqueva

1999-Adjudicação da empreitada de construção da nova Aldeia da Luz.

2000-Adjudicação da empreitada para execução do primeiro bloco de rega do Sistema Global de rega, conhecido como infraestrutura 12 e situado np concelho de Ferreira do Alentejo-

2002-Fecho das comportas da barragem e inicio do enchimento bda albufeira. Inauguração do primeiro bloco de rega.Trasladação do cemitério da Aldeia da Luz. Começa a mudança dos habitantes da antiga para a nova aldeia, construida de raiz e inaugurada pelo Primeiro  ministro Duão Barroso.

2003-  a antiga aldeia da Luz é desmantelada e ultima família muda-se para a nova povoação.

2004- Inauguração pelo primeiro ministro Durão Barroso e entrada em funcionamento da Central Hidroeléctrica do Alqueva. Apresentado 2015 como novo prazo para concluir as infraestruturas de rega do Alqueva, 10 anos antes do inicialmente previsto.

2005-Primeiro ministro José Sócrates assume a aceleração dos investimentos nas componentes agrícolas e de abastecimento de água do projecto.

2006- Inauguração da barragem e da Central Hidroelétrica de Pedrogão.

2007-Governo e EDIA decidem antecipar a conclusão do perojcto
para 2013 e anunciam ter assegurado os 960 milhões de euros necessários.

2010-  A 12 de Janeiro,albufeira atinge a capacidade máxima, tornando-se o maior lago artificial da Europa e inicia descargas controladas. Concluídas  ligações entre a albufeira "mãe"
 do Alqueva e cinco albufeiras de abastecimento público de água abrangidas pelo projecto, que passa a poder reforçar o abastecimento a 13 concelhos  do distrito de Beja e Évora, num total de mais de 200 mil habitantes.

2011-Conclusão da instalação das 5 centrais mini-hídricas do projecto. Governo promete "grande empenho" para concluir Alqueva até 2015, dependendo das condições de financiamento.

2016-EDIA conclui, nove anios antes da data inicialmente prevista(2025), construção de todas as infraestruturas para regar os 120 mil hectares da primeira fase do projecto. A albufeira do Roxo recebe pela primeira vez água do Alqueva  para garantir rega e abastecimento publico aos concelhos de Beja e Aljustrel.

2017- Conselho de Ministros decide "formalmente" avançar com segunda fase do projecto para ampliar o regadio em cerca de 50 mil hectares. Alqueva integra Plano Nacional de Regadios para ampliação do regadio,

2018-Banco Europeu de Investimento e Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa aprovam financiamento das obras da segunda fase do projecto.

-2019-Inicio das obras da segunda fase para ampliação do regadio. EDIA anuncia investimento de 50 milhões de euros para instalação de 10 centrais fotovoltaicas flutuantes no empreendimento, criando " o maior projecto fotovoltaico flutuante da Europa.

2021- Termina  construção dos primeiros 3 blocos de rega da segunda fase do projecto para beneficiar mais de cerca de 10 mil hectares. Trata-se dos blocos de Évora, Viana do Alentejo e Cuba/Odivelas, que estão em condições de começar a funcionar na campamha de rega de 2022.

ARTIGO EXTRAIDO do DIÁRIO DO ALENTEJO DE
11 FEVEREIRO 2022
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ALQUEVA AINDA ESTÁ LONGE DE ATINGIR O SEU AUGE ,MUITOS PROJECTOS AINDA ESTÃO NOS PRIMEIROS PASSOS,MAS JÁ TEMOS A AGRICULTURA PRODUTIVA, TEMOS O TURISMO. FALTA ALGUMA AGROINDUSTRIA PARA CONSEGUIR CRIAR MAIS VALOR ACRESCENTADO E MAIS EMPREGO.ELA CHEGARÁ A SEU TEMPO E ENCERRARÁO CIRCULO
 DE  VIRTUOSO DE ALQUEVA
Diario do Alentejo de 11/02/2022
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Para jusante do paredão foi construído o Açude de Pedrogão, parte integrante do complexo, bem visívél da ponte que liga Pedrógão (Vidigueira) a Moura.

A nova beleza que nasceu com este lago é surpreendente e tem aspectos que a tornam num caso singular no conjunto das muitas albufeiras que podem encontrar-se pelo
mundo fora: a paisagem tipicamente alentejana que a rodeia, feita de milhares de oliveiras,sobreiros e azinheiras.
As hipóteses de alojamento são múltiplas e as estradas muito panorâmicas.  De todas as localidades deste percurso, são de visita obrigatória, pelo seu interesse patrimonial: na margem direita Juromenha, Alandroal, Terena, Monsaraz e Portel, e na margem esquerda, Mourão e Moura.





A nova aldeia da Luz, que sucedeu à antiga( a única povoação submersa pelas águas de Alqueva), tem um valor simbólico que a torna incontornável. Não deixe de ver o Museu.
Começando pelas actividades na albufeira, para além da pesca desportiva de várias espécies, fazem-se passeios em canoa ou em pequenas embarcações motorizadas, cruzeiros de vários dias e, caso único no país, alugam-se barcos-casa com uma lotação m'inima de 2 pessoas e máxima de 12.
Estão ainda disponíveis para alugar:- embarcações para pesca desportiva, jangadas com motor, canoas e caiaques, barcos à vela, embarcações de recreio e pranchas de  windsfurf.

Texto extraído da Wikipédia e  O Melhor do Alentejo-Turismo de Portugal (Fotos do autor do blogue)

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IVESTIGAÇÃO:-Espanhóis dominam o Eldorado Alentejano

OS GRANDES DONOS DO ALQUEVA
Cerca de 70% do território agrícola do Alqueva
mudou de mãos nos últimos 10 anos e o Alentejo passou
de celeiro a olival da Nação. O antigo terratenente seareiro
cedeu lugar a um novo megalatifundio assente em fundos
internacionais, com seis grandes grupos a deter ou a gerir
mais de 65 % dos olivais da região. São eles os grandes
beneficiários do maior investimento publico alguma vez
realizado na agricultura portuguesa: 2,5 mil milhões de Euros.
Ao mesmo tempo que escasseia, a terra irrigada pelo  Alqueva
está a sofrer uma pressão sem precedentes, com o preço
do hectare a crescer seis vezes em 15 anos. Neste período,
graças aos novos olivais alentejanos, Portugal passou
de importador crónico a quinto maior exportador
mundial de azeite. E, segundo a Comissão Europeia,
o olival poderá aumentar 88 % até 2030.
Este é o primeiro de três capítulos de uma reportagem
realizada ao abrigo de uma bolsa de investigação jornalistica
da Fundação Calouste Gulbenkian.
/por:-Paulo Barriga(testo) e João Miguel Rodrigues (fotos)

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OCUPAÇÃO CULTURAL EM ALQUEVA em 2019
Um dos objetivos do preojeto era diversificar  as culturas da região, mas o efeito foi o contrário: assistiu-se ao avanço massivo
MILHO:-5,95 % VINHA:-4,73 % FORRAGEIRAS:-3,72 %
OUTROS CERAIS:- 3,56 % FRUTOS SECOS:-13,15 %
OUTRAS CULTURAS :-8,43 %  OLIVAL:- 60,47 %
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65,5 % dos Olivais são detidos por seis colossos empresariais: ELAIA,DE PRADO, AGGRARIA, OLIVOMUNDO, INNOLIVA e BOGARIS
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 EVOLUÇÃO  DA ÁREA OCUPADA POR OLIVAL  NO ALQUEVA
EM 2012  :-13.431 EM 2013 :- 15.464 EM  2014  :- 16422
EM 2015 :-26,673  EM 2016 :-37.812  EM 2017 :- 46.519
EM 2018 :-52.311  EM 2019 :- 56.488
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ONDE ESTÁ CONCENTRADO O OLIVAL
Em Agosto de 2019, Beja tinha, de longe, a maior área de produção de azeitona dos concelhos que confinam com o Alqueva. No entanto oposto estava Évora 130 toneladas de azeite, à espera de um milagre que se espera sempre possa de soprar  de Espanha, que tem a maior capacidade produtiva mundial e onde a campanha é mais tardia
VALORES EM HECTARES:-
BEJA   18.834     SERPA 141.115    MOURA  2530     Évora    2.475
FERREIRA DO ALENTEJO      7.042     VIDIGUEIRA......3891
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O GRANDES DONOS DOS OLIVAIS DO ALQUEVA
Valores em hectares
ELAIA/SOVENA/OLIVEIRA DA SERRA-----------10.000
DE PRADO-------------------------------------------------10.000
OLIVOMUNDO------------------------------------------- 5.000
AGGRARIA-------------------------------------------------5.000
INNOLIVA------------------------------------------------- -3.000
BOGARIS.....................................................................3.000
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CONSUMOS MÉDIOS ANUAIS DE ÁGUA POR HECTARE

TOMATE.....9.000 m3  FRUTÍCOLAS.....8.000 m3 CEBOLA......8.000 m3
MILHO.......7.000 m3   LUZERNA.....7.000 m3    ABOBORA.....7.000 m3
ALHO......6.000 m3      Amendoal.......5.000 m3     OLIVAL.....3.000m3
UVA DE VINHO.......2.000 m3

          .
               de:  revista nº 820 -SÁBADO de Janeiro 2020
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ALDEIAS RIBEIRINHAS DO ALQUEVA
EM PORTUGAL
ALDEIA DA LUZ - ALQUEVA - AMIEIRA - CAMPINHO - CAPELINS-  ESTRELA- GRANJA - JUROMENHA - 
MARMELAR - MINA DA ORADA - MONSARAZ - MONTE DE TRIGO - PEDROGÃO - POVOA DE SÃO MIGUEL ~SÃO MARCOS DO CAMPO e TELHEIRO.
EM ESPANHA
CHELES  e VILLAREAL

( da INTERNETE)
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ALQUEVA "GANHA" MAIS DUAS PRAIAS FLUVIAIS

A albufeira do Alqueva vai "ganhar duas novas praias fluviais, no próximo verão, situadas nos concelhos de Alandroal e Portel, num investimento global superior a um milhão de euros. O projecto da Câmara de Alandroal vai nascer nas Azenhas d`El Rei, perto da aldeia de Montes Juntos. "É um local que, já antes do enchimento do Alqueva era procurado como zona recreativa", agora submersos, referiu o Presidente da Câmara de Alandroal,João Grilo.
Em Alqueva, a praia será inaugurada em Junho.
(do Diário do Alentejo de 23 Abril 2021)
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A unica praia da margem esquerda do Alqueva é a de Mourão  e fica numa ilha. Tem 350 metros de areal e relva, canoas e gaivotas para passear e muita água para nadar.
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De :GUIAVISÃO -ALENTEJO E ALGARVE Julho 2021
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quinta-feira, 16 de março de 2017

AO RITMO DAS ESTAÇÕES........16/03/2017

                               



                                AO  RITMO DAS ESTAÇÕES.....16/03/2017

Para se conhecer bem o Alentejo é preciso visitá-lo em todas as estações.


A Paisagem muda muito ao longo do ano são sazonais as actividades rurais mais interessantes.
Em Setembro as vindimas. Pode vê-las em qualquer ponto da estrada onde haja vinhas.
Em Outubro, passeie sem destino para contemplar a paleta de castanhos em que a lavra transforma o Alentejo.
Em Novembro prove o vinho novo no S.Martinho. É uma excelente altura para visitar lugares em festa como Marvão, Cabeção, Borba ou Vila de Frades.
Entre Novembro e Janeiro, veja a apanha da azeitona( a tradicional,não mecanizada) e entre num lagar
Na Primavera, o campo enche-se de milhares de flores silvestres que são tema inesgotável para quem gosta de fotografar. É por ocasião dos primeiros calores que se faz a tosquia das ovelhas.Pergunte onde pode assistir.




Na 5ª Feira da Ascensão, participe no ritual do Dia da Espiga.Junte-se à gente que vai encontrar pelos campos e faça também o seu ramo como manda a tradição: 5 espigas de trigo, 5 papoilas, 5 ramos de oliveira, 5 malmequeres brancos e 5 malmequeres amarelos.Pendure-o atras da porta de entrada durante um ano, acreditando que ele vai atrair para si e para os seus, o pão, a paz e a alegria.













Subitamente. os amarelos tomam a paisagem. É entre Junho e Julho que se faz a ceifa das searas, momento por excelência para imaginar, no pino do calor, a vida dos homens e das mulheres que, há uns anos atrás, faziam à mão e de sol a sol o que hoje é feito por ceifeiras-debulhadoras e maquinas de enfardar. Mais tarde, quando ouvir o cante alentejano vai percebê-lo melhor.
No vale do Sado é um momento por excelência para ver os arrozais e, sobre eles, as pinceladas rosa e branco do voo dos flamingos
Entre junho-julho , e por vezes Agosto, não perca o descortiçar dos sobreiros e a surpresa do ocre laranja dos troncos nus que,de repente, ilumina o montado. 
Uma vez que o sobreiro só pode ser descortiçado de 9 em 9 anos, recorra aos seus anfitriões para lhe indicarem locais de observação.
Em qualquer altura do ano, sempre que sentir no ar o cheiro forte da madeira queimada, pare e vá espreitar os fornos tradicionais de carvão de azinho ou de  oliveira.

Texto:O Melhor do Alentejo-Guia de Sugestões- Autor:Ana Barbosa/TurAventur  1ª Edição 2008

quarta-feira, 15 de março de 2017

MEMÓRIAS A NÃO PERDER....15/03/2017

                                               
                        MEMÓRIAS A NÃO PERDER........15/03/2017

                                  


Existem no Alentejo dezenas de pequenos museus etnográficos(ou núcleos de etnografia nos museus municipais), que guardam as memórias da casa tradicional, dos edifícios que desapareceram, dos instrumentos que caíram  em desuso, da vida nas aldeias e dos seus costumes. Foram feitos com tanto amor e devoção, quase sempre com recursos a peças doadas pelos habitantes, quase sempre que encontrar algum, deve visitá-lo. Mas, entre todos os que poderiam classificar-se como os mais interessantes, há três que não pode perder:
 o Museu do Chocalho, em Alcáçovas, com mais de 3000 chocalhos, cada um com o seu som, instalado na oficina do Mestre João Penetra, chocalheiro de profissão;  o Museu Etnográfico, em Serpa, com a exposição permanente "Ofícios da Terra"; e o Museu Etnográfico e Arqueológico, em Santa Clara a Nova(Almodõver) que oferece uma excepcional recriação, com figuras em tamanho natural, de cenas do quotidiano da aldeia. Estando em Santa Clara visite também o povoado da Mesa de Castelinhos e, em Almodôver , o inesperado Museu da Escrita do Sudoeste, que se crê ser a primeira exposição escrita da Peninsula Ibérica.
(artigo extraído do Livro o Melhor do Alentejo-Autor Ana Barbosa/Tur Aventur(Turismo PORTUGAL)

quinta-feira, 26 de março de 2015

AS NOSSAS CASAS CAIADAS.......26/03/2015

        


                   
AS NOSSAS CASAS CAIADAS-...
......26/03/2015
Ao longo da sua viagem vai descobrir o grande exemplo de sabedoria que é a arquitectura tradicional. As construções integram-se na paisagem como se dela fizessem  arte. utilizaram materiais e soluções adaptadas ao clima e à função e formaram conjuntos naturalmente equilibrados que, ainda hoje, são fonte de inspiração para as intervenções contemporâes.


Passear pelo Alentejo é um encontro permanente com esta realidade e com os dois tipos de arquitectura que a exprimem; a erudita, por vezes de grande valia sob o ponte de vista do património monumental, e que é bem visivel nos solares de grandes herdades e nas casas nobres dos centros urbanos; e a popular, que nos revela outras faces do património, de sabor genuinamente rural, e se observa no casario mais antigo das aldeias, vilas e cidades.




Sugerimos-lhe apenas meia duzia de exemplos porque, a partir deles, aprenderá tudo o que precisa para prosseguir a sua descoberta autónoma de outros lugares.
No Norte Alentejano são incontornáveis as vilas de Marvão e Castelo de Vide, esta última com a Judiaria mais espantosa de toda a região. Mas veja também Alegrete ,dentro e fora do castelo, a minuscula Flor da Rosa, o centro histórico deCabeço de Vide e Alter Pedroso.

No Alentejo central é obrigatório conhecer as três joias patrimoniais que são Evoramonte, Terena e Monsaraz. Como exemplo de uma vila viva e bem cuidada, visite Redondo. Como paradigma de recuperação de uma aldeia totalmente abandonada,S.Gregório, no sopé da Serra D`Ossa, o primeiro Turismo de Aldeia da  região.
No Baixo Alentejo destacam-se os centros históricos de Alvito,Serpa e Mértola, cada um com o seu ambiente especifico, mas também o casario antigo de pequenos lugares como Vila Alva, entre Alvito e Cuba, Casével e Aivados, junto de Castro Verde, e a bela Messejana a dois passos de Aljustrel.
No Litoral Alentejano, três pequenas aldeias, com enquadramentos muito diferentes, são suficientes para mostrar a qum passa férias nesta zona: Santa Susana (Alcacer do Sal), Lousal (Grandola) e a serrana Vale de Santiago (Odemira).
Sempre que percorrer uma aldeia, procure identificar as caracteristicas mais marcantes da arquitectura rural: as casas só com um piso terreo,as paredes grossas e com poucas aberturas, tradicionalmente construidas em taipa, solução sábia para, com poucos meios,











 conservar o calor no Inverno e a frescura no Verão;as enormes chaminés, por vezes mais altas do que as casas, por onde saem os fumos das lareiras que aquecem as noites frias e curtem os enchidos caseiros; o lugar privilegiado que ocupa a cozinha; o forno do pão, por vezes comum a toda a aldeia, com a sua inconfundível forma abobadada; a textura das paredes exteriores e interiores que, ano a ano, as mulheres vão cobrindo com novas camadas de cal; e os coloridos rodapés que, nos velhos tempos, se pintavam predominantemente de ocre e de azul.
DE: O Melhor do Alentejo-Turismo de Portugal
26/3/2015
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                           PARA OS INTERESSADOS
Livro:
A ARQUITECTURA POPULAR ALENTEJANA
   Cal e  Mármore-símbolos da cultura Alentejana

            de:Julio Andrade dos Santos Silva
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                            CASAS CAIADAS
A decoração com peças de novos artesãos portugueses e a arquitectura são dignas de nota, por isso, apreciem os pormenores da Open House e da Boutique Home, os dois projetos das Casas Caiadas, Mário Domingues e Paula Cabrita, em Arroiolos.
O mais recente, a Open  House abriu em meados de 2020, no centro da vila, tem 3 quartos e uma suite; a  Boutique Home fica no campo, entre cursos de água e rochas megaliticas, e é composta por 3 casas:Casa Caiada, Stone House, Care Taker House e uma piscina -praia - Sabugueiro-Arraiolos.
De: Guia Visão-Alentejo e Algarve - Julho 2021
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quarta-feira, 25 de março de 2015

PETISCOS.......25/03/2015




                                                                             




É uma verdadeira instituição alentejana. Não há fim de dia em que não se sinta o movimento vagaroso dos passos que sabem de cor o caminho para os pontos de encontro onde a amena cavaqueira se faz em torno de um copo de vinho e de um sem numero de "pratinhos":
Torresmos, pimentos assados, cabeça de borrego assada em forno de lenha, ortelha de porco,  cabeça de xara, figado de coentrada, cenourinhas de azeite e alho, cogumelos assados, salada de polvo, grão com bacalhau.......a lista seria interminável. Mas ficaria incompleta sem os caracois, o nosso "marisco  do restolho", que perfuma as esplanadas de verão com o aroma inconfundível dos oregãos colhidos no campo.
Alguns destes pratinhos são também servidos como entradas nos restaurantes. Mas petisco é petisco. Já não é só para homens e tem cada vez mais adeptos entre a gente nova de cá, que mesmo quando consome fast food não esconde a sua preferência pelo gosto caseiro da cozinha tradicional.

"Tirar um petisco", seja onde for, é das tais experiencias que,aceitando ser alentejano por uns dias, não pode mesmo perder.

 De " O Melhor do Alentejo"  Turismo de Portugal 
                          25/03/15
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